Sempre fomos apaixonados combinamos, como nenhum outro casal, duas coisas intensamente quentes: coração e tesão. Nossos encontros sempre foram de uma gula e de uma luxúria sem fim. Mistura de aconchego e fantasia, carinho e vadiagem. Eu, namorada e puta, sempre fui feliz assim e ninguém cabia entre nós. Mas, nesse final de ano, durante uma festa, aconteceu uma noite impensável e inesquecível.
Era uma festa a fantasia, de máscara na verdade. O traje era a rigor: imprescendível o vestido longo, o salto alto e uma jóia específica no dedo da mão direita (era a identificação do casal).
Feriado, chuva, sozinho em casa com um monte de produtos eróticos e inúmeras idéias passeando pela minha cabeça, muitas delas graças aos depoimentos dos colaboradores do blog.
Desde que conheci meu marido ele me contou de um fetiche que ele tinha e que só poderia ser realizado após o casamento.
Pois bem, essa semana passei um sufoco daqueles! Estou organizando um coquetel e fui a um restaurante próximo daqui de casa para fazer…
Sempre fomos apaixonados combinamos, como nenhum outro casal, duas coisas intensamente quentes: coração e tesão. Nossos encontros sempre foram de uma gula e de uma luxúria sem fim. Mistura de aconchego e fantasia, carinho e vadiagem. Eu, namorada e puta, sempre fui feliz assim e ninguém cabia entre nós. Mas, nesse final de ano, durante uma festa, aconteceu uma noite impensável e inesquecível.
Era uma festa a fantasia, de máscara na verdade. O traje era a rigor: imprescendível o vestido longo, o salto alto e uma jóia específica no dedo da mão direita (era a identificação do casal).
Eu obedeci. Ele me levou até o carro, me sentou no banco de trás e sentou comigo. Foi quando ouvi sua voz, grave, dizendo ao motorista: “para casa”.
Ele me olhou, sério. Foi só então que observei seu rosto: lindo, mesmo sendo tão másculo. Tinha uma expressão que não consegui definir.
Ainda hoje não consigo. De alguma forma, eu sabia que podia confiar nele e entendi que aquele medo não era medo: era um profundo respeito.
Hoje eu, Jaque, que escreve no À Deriva, estréio aqui. E como postamos, escrevemos e trocamos informações e novidades sobre sexo através dos Blogs, nada mais justo de passar o lado ruim quando a criatividade imposta acaba dando errado.
Abaixo segue um vídeo, engraçado, sobre onde terminam certos “brinquedos” que não deveriam ser usados daquela maneira. Sou da área da saúde e já ouvi algumas histórias absurdas sobre desodorantes, garrafas de vidro, berinjelas…
Conheci um homem que me provocou desejo desde o primeiro instante em que o vi. Aliás, antes mesmo de conhecê-lo. Quando soube que ele viria, quando ouvi seu nome, fiquei curiosa, um tipo de interesse que me seduziu, não sei porquê.
Quando fomos apresentados, meu interesse aumentou e me ofereci de maneira muito discreta, mas me ofereci. No convívio do mesmo ambiente de trabalho, usei desculpas para falar com ele, pena que as oportunidades eram raras.